sábado, 12 de setembro de 2015

Momento Saúde... Otite média aguda / Tratamento

Otite média aguda


O que é?
A otite média é uma infecção do ouvido médio (o ouvido humano é divido em três partes: externa, média e interna), geralmente causada por uma bactéria. Quando chamada de aguda, significa que está acometendo o indivíduo de forma abrupta, repentina, e este não apresentava qualquer outra alteração prévia no seu ouvido médio.
Essa doença é mais comum entre os 6 e 17 meses de vida, podendo ocorrer em até 70% das crianças com até 3 anos de idade.
Como se adquire a doença?
A otite média aguda pode ser tanto primária, ou seja, o indivíduo previamente saudável adquire a infecção, como pode ser secundária a processos inflamatórios das vias aéreas superiores (rinofaringites, amigdalites, adenoidites), uma vez que esses últimos enfraquecem as barreiras de defesa do organismo, permitindo a colonização do ouvido médio por bactérias capazes de causar a otite. Acredita-se que essa segunda forma de infecção seja a mais comum.
Existem algumas situações consideradas fatores de risco para que a criança desenvolva quadro de otite, sendo as mais comuns: aleitamento materno por curto período de tempo, convivência com outras crianças em ambientes fechados (ex: creches), malformações das estruturas internas do ouvido ou das vias aéreas superiores, distúrbios imunológicos (ex: alergias), tendência familiar, contato com fumaça de cigarro, uso de bicos e chupetas.
Quando suspeitar?
Os sintomas mais comuns da otite média aguda são dor no ouvido e presença de um líquido mal cheiroso que sai pelo ouvido. Quando menor for a criança, mais inespecíficos são os sintomas. Pode-se associar febre em graus variáveis, irritabilidade, redução da capacidade de ouvir, vômitos, diarréia, dentre outros.
Qual o tratamento?
A criança que apresente algum dos sintomas acima deve ser conduzida a um pediatra, o qual com o auxílio de um aparelho que lhe permite avaliar o ouvido médio (otoscópio), que  detecta a presença de inflamação deste.
O tratamento é centrado no uso de antibióticos capazes de matar a bactéria causadora da infecção. Também são utilizados medicamentos sintomáticos, especialmente os analgésicos e antitérmicos.
Os casos mais graves ou de repetição merecem avaliação pormenorizada, devendo-se pesquisar alguma malformação ou outro fator predisponente.
Quando adequadamente diagnosticada e tratada, a otite média aguda se cura completamente, sem deixar seqüelas para as crianças.
Lembre-se, somente o médico poderá orientar o tratamento de seu filho portador desta condição.
Podemos auxiliar com aplicação de Moxibustão na região dorsal do ouvido.
Aplicação de agulha sistêmica na região dorsal, bem como auriculopuntura com relação ao elemento Água.

Momento Saúde... Como cérebro se organiza após um traumatismo craniano?

Como cérebro se organiza após um traumatismo craniano?


Traumatismos cranioencefálicos (TCE), mais popularmente conhecidos por traumatismos cranianos, são a primeira causa de morte entre adultos jovens (com idade entre 15 e 29 anos), decorrentes, principalmente, de acidentes no trânsito. Em 50% dos casos, o paciente vítima de TCE grave vai a óbito, sendo a terceira causa de morte em pacientes ocidentais em todas as faixas etárias.
No pacientes que sobrevivem, as sequelas decorrentes do TCE podem prejudicar o movimento motor e o raciocínio, prejudicando a vida deste e, consequentemente, se seus familiares.
Além de acidentes no trânsito, quedas, agressões e acidentes com veículos são algumas das possíveis causas de TCE. Estes pacientes têm, ainda, 32,8% de probabilidade de sofrer outros traumatismos associados.
O atendimento rápido e correto às vítimas de TCE é fundamental para a evolução favorável do quadro. Após um traumatismo craniano, o cérebro precisa se reorganizar. Neste quadro, o córtex - a parte do cérebro que "pensa" - pode transferir algumas funções cerebrais das partes lesadas para as não-lesadas.

Pesquisas demonstraram que as lesões cerebrais resultam em um processo chamado de "plasticidade", no qual o cérebro se reorganiza, com algumas áreas do cérebro aumentando de tamanho e assumindo funções de áreas próximas que foram danificadas.
Em um estudo realizado na Universidade de Toronto, no Canadá, tentaram dar alguma luz acerca do papel do córtex e do tálamo na plasticidade e descobriram que o tálamo, uma área profundamente localizada no cérebro, recebe informações acerca dos sentidos e dos movimentos do corpo, e passa essas informações para o córtex.
No estudo canadense, os cientistas danificaram áreas específicas dos cérebros de ratos do sexo masculino e colocaram eletrodos cerebrais para monitorar quais eram as mudanças ocorridas em resposta às lesões.
Os resultados mostraram que a destruição simultânea do córtex e do tálamo impedia que a reorganização da plasticidade ocorresse. Entretanto, se eles lesavam o tálamo, o que iniciava o processo da plasticidade, e esperavam por uma semana antes de lesar o córtex, eles não observavam alterações significativas na estrutura do tálamo, indicando que reorganização havia ocorrido.
Os pesquisadores concluíram que para que áreas mais primitivas do cérebro (como o tálamo) se adaptem, exige necessidade de instruções mais evoluídas do cérebro – o córtex. Um córtex sem lesões pode enviar sinais que ajudem o tálamo a se adaptar da injúria, porém uma vez que as mudanças tenham ocorrido, o tálamo pode manter-se por si.

Momento Saúde... Discopatia Degenerativa / Tratamento

DISCOPATIA DEGENERATIVA

O disco intervertebral é uma estrutura complexa e sua degeneração pode levar ao desenvolvimento de quadros dolorosos de difícil controle. A disfunção consiste em fissuras na cartilagem discal e reação sinovial na face articular. As manifestações da disfunção incluem lombalgia e cervicalgia que pioram com a movimentação, dor à palpação local, contratura muscular e hipomotilidade.


Na técnica kantan na kensa fechamos o dragão na região dorsal afetada.
Agulhamento quente com botão de moxa.
varredura de moxibustão.
Ventosaterapia e/ou escarificação com ventosa local.
Aplicação de Stiperterapia local.

Furúnculo / Tratamento

FURÚNCULO


O furúnculo faz parte do grupo das infecções de pele e caracteriza-se por uma infecção do folículo pilossebáceo (cavidade onde nasce o pêlo), geralmente causada por uma bactéria chamada Staphylococcus aureus. Como a maioria das infecções de pele, o furúnculo não é um problema grave, porém é fonte de grandes transtornos e angústia para os indivíduos acometidos.

Podemos tratar rapidamente com agulhamento bilateral no ponto F3
Podemos extrair utilizando uma lanceta e o menor copo de ventosa.
Retirada indolor e rápida.

Momento Saúde... Fasceíte Plantar / Tratamento

FASCEÍTE PLANTAR

A Fasceíte plantar (FP) é uma condição incapacitante comum que afeta milhões de pacientes por ano. Com o diagnóstico precoce e aplicação precoce de tratamentos não-cirúrgicos tradicionais os sintomas geralmente desaparecem com o passar do tempo. No entanto, apesar do tratamento adequado, 20% dos pacientes apresentam sintomas persistentes.


Na técnica Kantan na Kensa, fecho o dragão na região do tornozelo, dedos dos pés e aplicação de moxibustão local. Resultado entre 4 à 6 sessãos.
Podemos finalizar com aplicação de Stiperterapia.

Momento Saúde... Hepatites Virais

Hepatites Virais



- O que é a Hepatite
- Hepatite A
- Hepatite B
- Hepatite C e E
- Outros Tipos de Hepatite
- Como é Feito o Diagnóstico
- O Tratamento da Doença
- Como Evitar a Hepatite
- Veja Outros Artigos Relacionados ao Tema

"Milhões de pessoas no mundo estão infectadas pelos vírus da hepatite. Os portadores crônicos de infecção por vírus da hepatite geralmente são assintomáticos e grande parte deles permanece assim. Entretanto, essa inexistência de sintomas não pode ser entendida como reflexo de um curso benigno, pois vários casos evoluem para cirrose e carcinoma hepatocelular, além de prosseguirem contaminando outras pessoas".
O que é a Hepatite
Hepatites Virais são processos infecciosos (causados por vírus) e que podem comprometer em graus variáveis a capacidade de funcionamento do fígado. O fígado é um órgão extremamente importante para a nossa saúde. Denomina-se órgão vital por ser imprescindível para a manutenção da vida. São conhecidos na atualidade cinco tipos de hepatites virais, assim classificadas como tipos A, B, C, D e E. As mais freqüentes em nossa população são as hepatites virais do tipo A e B, embora a hepatite do tipo C já tenha alcançado cifras significativas trazendo preocupação por suas conseqüências.

Hepatite A
É a hepatite mais comum entre nós, a que ocorre mais freqüentemente em crianças e é a de evolução mais benigna, ou seja, quando o paciente se cura, deixa o menor índice de conseqüências no fígado. O indivíduo se contamina com esse tipo de hepatite através da água, sangue, secreções humanas e em concentrações de público (balneários, praias). A incubação demora poucas semanas e, independentemente desse tempo, a doença se torna mais infectante nos dias que antecedem o aparecimento da icterícia e se prolonga em média por 10 dias. Geralmente é assintomática em crianças, mas geralmente sintomática em adultos. A transmissão da hepatite segue a via orofecal, ou seja, no contato com esta via podemos nos contaminar, por exemplo: alagamentos, enchentes, águas servidas. Também pode ser transmitida pela via sexual e sangüínea. A infecção na maioria das vezes tem caráter benigno, evoluindo para cura em um ou dois meses; os casos que podem levar a morte são raros e não existe ocorrência de doença crônica.

Hepatite B
É uma hepatite que do ponto de vista clínico é bem tolerada, assim como a hepatite A, mas pode acarretar conseqüências para o organismo (artrite, erupções cutâneas, glomerulonefrite, periarterite nodosa) e para o fígado e outros órgãos anexos (hepatite crônica, cirrose, hipertensão do sistema venoso portal, hiperesplenismo, deficiência da coagulação sangüínea, etc). O indivíduo se contamina por tatuagens; relações sexuais com indivíduos portadores do vírus; em atividades de alto risco (médicos, dentistas, paramédicos, pessoas que se submetem a diálises, doentes que necessitam de transfusões sangüíneas freqüentes, pessoas em contato com material médico hospitalar usado, entre outras). O período de incubação varia entre um mês e seis meses (30 a 180 dias). De um modo geral, cerca de 90% dos infectados pelo vírus da Hepatite B se recuperam de sua fase aguda e os restantes 10% sofrem conseqüências graves como: morte na fase aguda, aparecimento de cirrose, insuficiência hepática e câncer hepático.

Hepatite C e E
Já teve vários nomes, mas atualmente é conhecida como Hepatite C. É uma hepatite transmitida por via sangüínea, não havendo evidências seguras de sua transmissão salivar ou pelo sêmen. Suas manifestações ocorrem entre duas semanas a seis meses, embora sua incubação atinja, em média, oito semanas. Em 45% dos pacientes a hepatite C torna-se crônica e metade deles evoluem para cirrose, se não tratados a tempo. A exemplo da Hepatite B, a hepatite C também pode levar ao câncer hepático após longos anos de evolução. Já a Hepatite E é de transmissão intestinal e geralmente é epidêmica, principalmente em países de baixa cultura e higiene. Sua mortalidade se associa mais às mulheres.

Outros Tipos de Hepatite
Trata-se da hepatite com CMV ou Hepatite por Citomegalovírus. Os indivíduos se contaminam em contato com alagados ou com pessoas contaminadas. Hepatite por mononucleose é geralmente congênita, mas também pode ser transmitida pelo sangue e, nesse caso, seu período de incubação dura em média doze semanas. Evolui de modo benigno e é autolimitada.

Como é Feito o Diagnóstico
Na fase aguda da doença o paciente pode apresentar desde sintomas inespecíficos, tais como febre, mal-estar, cefaléia, dores musculares, náuseas, vômitos e até sintomas como icterícia (pele e olhos amarelados), colúria (urina escura) ou hipo e acolia fecal (fezes esbranquiçadas). A suspeita de hepatite depende de boas informações que o paciente poderá fornecer ao médico, seus sintomas e sinais. Uma vez confirmada a possibilidade de ser hepatite, o médico deverá fazer o diagnóstico laboratorial, através de exames de sangue específicos para hepatites virais e outros exames correlacionados com as repercussões no organismo.

O conjunto de resultados poderá levar à conclusão diagnóstica de hepatite aguda viral. Alguns pacientes (ou algumas outras hepatites) necessitarão de mais ou menos exames em intervalos que ficarão a critério de seu médico assistente, o qual tomará como base às evoluções do quadro laboratorial e clínico. Outros exames do tipo: ultra-sonografia, biópsia hepática etc, poderão ser necessários em alguns casos mais raros.

O Tratamento da Doença
De um modo geral as hepatites virais agudas são suporte e complementação de necessidades. Quando elas ficam crônicas são necessários vários recursos para seu tratamento, que tem como elemento mais importante a utilização de "Interferons", que são medicamentos que atuam nos vírus, diminuindo sua duplicação e, portanto, diminuindo a gravidade da infecção, podendo até mesmo curar o indivíduo, no aspecto infeccioso. Devemos salientar que, por ocasião do tratamento antiviral, a função hepática se estabiliza, mas as lesões hepáticas causadas pelos vírus permanecem estáveis; portanto, quanto mais precoce o diagnóstico para o início do tratamento, mais chance teremos de preservar a função hepática e a saúde do paciente. O tratamento com os Interferons possui alguns efeitos colaterais que na grande maioria são de pouca importância. Para a hepatite causada pela mononucleose e pelo CMV há medicações específicas.

Como Evitar a Hepatite
A prevenção das Hepatites está baseada em: evitar locais se risco, evitar atitudes e procedimentos de risco, cuidados higiênicos–dietéticos, cuidados sexuais e vacinação. Como medidas profiláticas temos algumas vacinas, que de modo geral não possuem contra indicações e sim épocas adequadas para aplicação. As vacinas existentes no mercado possuem poucos efeitos colaterais de importância e os pacientes devem se vacinar só com aconselhamento médico.

Momento Saúde... Linfadenopatia / Tratamento MTC

LINFADENOTAPIA

A linfadenopatia pode ser causada por: (1) aumento do número de linfócitos e macrófagos normais durante uma resposta imune a um determinado antígeno; (2) infiltrado linfonodal por células inflamatórias devido infecção nos próprios gânglios (linfadenite); (3) proliferação neoplásica de linfócitos ou macrófagos (linfoma); ou (4) infiltração de macrófagos como o observado na doença de Gaucher.
Tratamento Kantan na Kensa
Agulhamento bilateral na região do sulco dos dedos dos pés entre o dedão e o segundo dedo. Similar ao F3.
Uma agulha dois dedos acima do maléolo lado interno.
Uma agulha na região gemelar interna. Inserção profunda.