sábado, 12 de setembro de 2015

Momento Saúde... Como cérebro se organiza após um traumatismo craniano?

Como cérebro se organiza após um traumatismo craniano?


Traumatismos cranioencefálicos (TCE), mais popularmente conhecidos por traumatismos cranianos, são a primeira causa de morte entre adultos jovens (com idade entre 15 e 29 anos), decorrentes, principalmente, de acidentes no trânsito. Em 50% dos casos, o paciente vítima de TCE grave vai a óbito, sendo a terceira causa de morte em pacientes ocidentais em todas as faixas etárias.
No pacientes que sobrevivem, as sequelas decorrentes do TCE podem prejudicar o movimento motor e o raciocínio, prejudicando a vida deste e, consequentemente, se seus familiares.
Além de acidentes no trânsito, quedas, agressões e acidentes com veículos são algumas das possíveis causas de TCE. Estes pacientes têm, ainda, 32,8% de probabilidade de sofrer outros traumatismos associados.
O atendimento rápido e correto às vítimas de TCE é fundamental para a evolução favorável do quadro. Após um traumatismo craniano, o cérebro precisa se reorganizar. Neste quadro, o córtex - a parte do cérebro que "pensa" - pode transferir algumas funções cerebrais das partes lesadas para as não-lesadas.

Pesquisas demonstraram que as lesões cerebrais resultam em um processo chamado de "plasticidade", no qual o cérebro se reorganiza, com algumas áreas do cérebro aumentando de tamanho e assumindo funções de áreas próximas que foram danificadas.
Em um estudo realizado na Universidade de Toronto, no Canadá, tentaram dar alguma luz acerca do papel do córtex e do tálamo na plasticidade e descobriram que o tálamo, uma área profundamente localizada no cérebro, recebe informações acerca dos sentidos e dos movimentos do corpo, e passa essas informações para o córtex.
No estudo canadense, os cientistas danificaram áreas específicas dos cérebros de ratos do sexo masculino e colocaram eletrodos cerebrais para monitorar quais eram as mudanças ocorridas em resposta às lesões.
Os resultados mostraram que a destruição simultânea do córtex e do tálamo impedia que a reorganização da plasticidade ocorresse. Entretanto, se eles lesavam o tálamo, o que iniciava o processo da plasticidade, e esperavam por uma semana antes de lesar o córtex, eles não observavam alterações significativas na estrutura do tálamo, indicando que reorganização havia ocorrido.
Os pesquisadores concluíram que para que áreas mais primitivas do cérebro (como o tálamo) se adaptem, exige necessidade de instruções mais evoluídas do cérebro – o córtex. Um córtex sem lesões pode enviar sinais que ajudem o tálamo a se adaptar da injúria, porém uma vez que as mudanças tenham ocorrido, o tálamo pode manter-se por si.

Momento Saúde... Discopatia Degenerativa / Tratamento

DISCOPATIA DEGENERATIVA

O disco intervertebral é uma estrutura complexa e sua degeneração pode levar ao desenvolvimento de quadros dolorosos de difícil controle. A disfunção consiste em fissuras na cartilagem discal e reação sinovial na face articular. As manifestações da disfunção incluem lombalgia e cervicalgia que pioram com a movimentação, dor à palpação local, contratura muscular e hipomotilidade.


Na técnica kantan na kensa fechamos o dragão na região dorsal afetada.
Agulhamento quente com botão de moxa.
varredura de moxibustão.
Ventosaterapia e/ou escarificação com ventosa local.
Aplicação de Stiperterapia local.

Furúnculo / Tratamento

FURÚNCULO


O furúnculo faz parte do grupo das infecções de pele e caracteriza-se por uma infecção do folículo pilossebáceo (cavidade onde nasce o pêlo), geralmente causada por uma bactéria chamada Staphylococcus aureus. Como a maioria das infecções de pele, o furúnculo não é um problema grave, porém é fonte de grandes transtornos e angústia para os indivíduos acometidos.

Podemos tratar rapidamente com agulhamento bilateral no ponto F3
Podemos extrair utilizando uma lanceta e o menor copo de ventosa.
Retirada indolor e rápida.

Momento Saúde... Fasceíte Plantar / Tratamento

FASCEÍTE PLANTAR

A Fasceíte plantar (FP) é uma condição incapacitante comum que afeta milhões de pacientes por ano. Com o diagnóstico precoce e aplicação precoce de tratamentos não-cirúrgicos tradicionais os sintomas geralmente desaparecem com o passar do tempo. No entanto, apesar do tratamento adequado, 20% dos pacientes apresentam sintomas persistentes.


Na técnica Kantan na Kensa, fecho o dragão na região do tornozelo, dedos dos pés e aplicação de moxibustão local. Resultado entre 4 à 6 sessãos.
Podemos finalizar com aplicação de Stiperterapia.

Momento Saúde... Hepatites Virais

Hepatites Virais



- O que é a Hepatite
- Hepatite A
- Hepatite B
- Hepatite C e E
- Outros Tipos de Hepatite
- Como é Feito o Diagnóstico
- O Tratamento da Doença
- Como Evitar a Hepatite
- Veja Outros Artigos Relacionados ao Tema

"Milhões de pessoas no mundo estão infectadas pelos vírus da hepatite. Os portadores crônicos de infecção por vírus da hepatite geralmente são assintomáticos e grande parte deles permanece assim. Entretanto, essa inexistência de sintomas não pode ser entendida como reflexo de um curso benigno, pois vários casos evoluem para cirrose e carcinoma hepatocelular, além de prosseguirem contaminando outras pessoas".
O que é a Hepatite
Hepatites Virais são processos infecciosos (causados por vírus) e que podem comprometer em graus variáveis a capacidade de funcionamento do fígado. O fígado é um órgão extremamente importante para a nossa saúde. Denomina-se órgão vital por ser imprescindível para a manutenção da vida. São conhecidos na atualidade cinco tipos de hepatites virais, assim classificadas como tipos A, B, C, D e E. As mais freqüentes em nossa população são as hepatites virais do tipo A e B, embora a hepatite do tipo C já tenha alcançado cifras significativas trazendo preocupação por suas conseqüências.

Hepatite A
É a hepatite mais comum entre nós, a que ocorre mais freqüentemente em crianças e é a de evolução mais benigna, ou seja, quando o paciente se cura, deixa o menor índice de conseqüências no fígado. O indivíduo se contamina com esse tipo de hepatite através da água, sangue, secreções humanas e em concentrações de público (balneários, praias). A incubação demora poucas semanas e, independentemente desse tempo, a doença se torna mais infectante nos dias que antecedem o aparecimento da icterícia e se prolonga em média por 10 dias. Geralmente é assintomática em crianças, mas geralmente sintomática em adultos. A transmissão da hepatite segue a via orofecal, ou seja, no contato com esta via podemos nos contaminar, por exemplo: alagamentos, enchentes, águas servidas. Também pode ser transmitida pela via sexual e sangüínea. A infecção na maioria das vezes tem caráter benigno, evoluindo para cura em um ou dois meses; os casos que podem levar a morte são raros e não existe ocorrência de doença crônica.

Hepatite B
É uma hepatite que do ponto de vista clínico é bem tolerada, assim como a hepatite A, mas pode acarretar conseqüências para o organismo (artrite, erupções cutâneas, glomerulonefrite, periarterite nodosa) e para o fígado e outros órgãos anexos (hepatite crônica, cirrose, hipertensão do sistema venoso portal, hiperesplenismo, deficiência da coagulação sangüínea, etc). O indivíduo se contamina por tatuagens; relações sexuais com indivíduos portadores do vírus; em atividades de alto risco (médicos, dentistas, paramédicos, pessoas que se submetem a diálises, doentes que necessitam de transfusões sangüíneas freqüentes, pessoas em contato com material médico hospitalar usado, entre outras). O período de incubação varia entre um mês e seis meses (30 a 180 dias). De um modo geral, cerca de 90% dos infectados pelo vírus da Hepatite B se recuperam de sua fase aguda e os restantes 10% sofrem conseqüências graves como: morte na fase aguda, aparecimento de cirrose, insuficiência hepática e câncer hepático.

Hepatite C e E
Já teve vários nomes, mas atualmente é conhecida como Hepatite C. É uma hepatite transmitida por via sangüínea, não havendo evidências seguras de sua transmissão salivar ou pelo sêmen. Suas manifestações ocorrem entre duas semanas a seis meses, embora sua incubação atinja, em média, oito semanas. Em 45% dos pacientes a hepatite C torna-se crônica e metade deles evoluem para cirrose, se não tratados a tempo. A exemplo da Hepatite B, a hepatite C também pode levar ao câncer hepático após longos anos de evolução. Já a Hepatite E é de transmissão intestinal e geralmente é epidêmica, principalmente em países de baixa cultura e higiene. Sua mortalidade se associa mais às mulheres.

Outros Tipos de Hepatite
Trata-se da hepatite com CMV ou Hepatite por Citomegalovírus. Os indivíduos se contaminam em contato com alagados ou com pessoas contaminadas. Hepatite por mononucleose é geralmente congênita, mas também pode ser transmitida pelo sangue e, nesse caso, seu período de incubação dura em média doze semanas. Evolui de modo benigno e é autolimitada.

Como é Feito o Diagnóstico
Na fase aguda da doença o paciente pode apresentar desde sintomas inespecíficos, tais como febre, mal-estar, cefaléia, dores musculares, náuseas, vômitos e até sintomas como icterícia (pele e olhos amarelados), colúria (urina escura) ou hipo e acolia fecal (fezes esbranquiçadas). A suspeita de hepatite depende de boas informações que o paciente poderá fornecer ao médico, seus sintomas e sinais. Uma vez confirmada a possibilidade de ser hepatite, o médico deverá fazer o diagnóstico laboratorial, através de exames de sangue específicos para hepatites virais e outros exames correlacionados com as repercussões no organismo.

O conjunto de resultados poderá levar à conclusão diagnóstica de hepatite aguda viral. Alguns pacientes (ou algumas outras hepatites) necessitarão de mais ou menos exames em intervalos que ficarão a critério de seu médico assistente, o qual tomará como base às evoluções do quadro laboratorial e clínico. Outros exames do tipo: ultra-sonografia, biópsia hepática etc, poderão ser necessários em alguns casos mais raros.

O Tratamento da Doença
De um modo geral as hepatites virais agudas são suporte e complementação de necessidades. Quando elas ficam crônicas são necessários vários recursos para seu tratamento, que tem como elemento mais importante a utilização de "Interferons", que são medicamentos que atuam nos vírus, diminuindo sua duplicação e, portanto, diminuindo a gravidade da infecção, podendo até mesmo curar o indivíduo, no aspecto infeccioso. Devemos salientar que, por ocasião do tratamento antiviral, a função hepática se estabiliza, mas as lesões hepáticas causadas pelos vírus permanecem estáveis; portanto, quanto mais precoce o diagnóstico para o início do tratamento, mais chance teremos de preservar a função hepática e a saúde do paciente. O tratamento com os Interferons possui alguns efeitos colaterais que na grande maioria são de pouca importância. Para a hepatite causada pela mononucleose e pelo CMV há medicações específicas.

Como Evitar a Hepatite
A prevenção das Hepatites está baseada em: evitar locais se risco, evitar atitudes e procedimentos de risco, cuidados higiênicos–dietéticos, cuidados sexuais e vacinação. Como medidas profiláticas temos algumas vacinas, que de modo geral não possuem contra indicações e sim épocas adequadas para aplicação. As vacinas existentes no mercado possuem poucos efeitos colaterais de importância e os pacientes devem se vacinar só com aconselhamento médico.

Momento Saúde... Linfadenopatia / Tratamento MTC

LINFADENOTAPIA

A linfadenopatia pode ser causada por: (1) aumento do número de linfócitos e macrófagos normais durante uma resposta imune a um determinado antígeno; (2) infiltrado linfonodal por células inflamatórias devido infecção nos próprios gânglios (linfadenite); (3) proliferação neoplásica de linfócitos ou macrófagos (linfoma); ou (4) infiltração de macrófagos como o observado na doença de Gaucher.
Tratamento Kantan na Kensa
Agulhamento bilateral na região do sulco dos dedos dos pés entre o dedão e o segundo dedo. Similar ao F3.
Uma agulha dois dedos acima do maléolo lado interno.
Uma agulha na região gemelar interna. Inserção profunda.



Momento Saúde... A importância de se medir e se controlar os níveis de colesterol / Tratamento MTC

A importância de se medir e se controlar os níveis de colesterol



"Você já ouviu a expressão colesterol ruim e colesterol bom e não entendeu bem o que significava? Leia neste artigo o que é colesterol, porque existe o colesterol bom e o ruim, como medir o nível de colesterol e o que fazer quando os níveis de colesterol estão elevados."
O colesterol é uma substância gordurosa que está presente em todas as células do nosso corpo. Ele trafega em nosso sangue através de partículas chamadas de lipoproteínas. Três das lipoproteínas comuns são: lipoproteínas de baixa densidade (LDL), lipoproteínas de alta densidade (HDL), e lipoproteínas de muita baixa densidade (VLDL). Estudos médicos têm mostrado que níveis elevados de colesterol LDL estão associados com um risco aumentado de desenvolver placas nas artérias coronárias, os vasos que irrigam o coração, enquanto níveis elevados de colesterol HDL reduzem esse risco. Assim, os médicos algumas vezes se referem ao LDL como o "colesterol ruim" e ao HDL como o "colesterol bom".
O colesterol apresenta duas fontes. Nosso corpo produz algum colesterol, e nós também adquirimos colesterol em alimentos de origem animal (carne, leite, ovos, ou qualquer um de seus derivados). O consumo excessivo desses alimentos pode aumentar a quantidade total de colesterol no nosso corpo. A relação da ingestão do colesterol com o aumento nos níveis sanguíneos também têm relação com a predisposição genética. A ingestão da mesma quantidade de colesterol por pessoas diferentes pode ter diferentes resultados no nível de colesterol no sangue.
Nosso corpo necessita de colesterol para funcionar normalmente. Entretanto, o excesso de colesterol pode depositar em nossas artérias e promover a formação de um depósito conhecido como placa, que pode crescer ao longo do tempo; esse processo é chamado de aterosclerose. Um pedaço da placa pode se romper e um coágulo sanguíneo pode se formar na superfície exposta da placa. Esse coágulo pode bloquear ou diminuir o fluxo de sangue e o suprimento de oxigênio para o coração, cérebro, ou outras partes do corpo. Se esse bloqueio for significativo, pode causar um infarto do miocárdio ou um derrame, necessitando da realização de procedimentos no coração para melhorar o suprimento de sangue para os músculos do coração, ou pode levar à morte prematuramente devido à doença cardíaca. Uma das melhores maneiras de diminuir o risco de ter um infarto ou um derrame é controlar a quantidade de colesterol no seu sangue.
Todas as pessoas com 20 anos de idade ou mais deveriam realizar as medidas do nível de colesterol a cada 5 anos. A melhor maneira de medir os níveis de colesterol é com um exame de sangue chamado de perfil lipídico. Antes de fazer o perfil lipídico é preciso estar de jejum por 9 a 12 horas. O teste irá determinar a quantidade de colesterol total, colesterol LDL, colesterol HDL, e triglicérides no sangue, medidos em miligramas por decilitro (mg/dl).
O colesterol total é constituído do colesterol LDL, colesterol HDL, e colesterol VLDL. O nível desejado de colesterol total é de menos de 200. O colesterol LDL é também chamado de "colesterol ruim" porque ele se deposita dentro dos vasos para formar as placas. Níveis elevados de LDL aumentam o risco de doença cardíaca e derrame. O nível ótimo de LDL é de menos de 100.
O colesterol HDL é o "colesterol bom" porque diminui o risco de doença cardiovascular. Para os homens, um nível de HDL menor que 40 e para as mulheres, um nível de HDL menor que 50 é considerado um fator de risco para as doenças cardiovasculares
Os triglicérides são o tipo mais comum de gordura no nosso corpo. Quando os triglicérides estão acima do normal (150 ou mais), o risco de doença cardíaca ou derrame aumenta.
O perfil lipídico desejável para cada pessoa irá depender também da presença de outros fatores de risco, como diabetes, hipertensão arterial, tabagismo, idade e história de doença cardíaca precoce em familiares de primeiro grau (< 55 anos no homem e < 65 em mulheres).
Seu médico irá recomendar um tratamento baseado no resultado do perfil lipídico. O tratamento poderá incluir mudanças no estilo de vida (dieta, exercícios, controle do peso, parar de fumar) e medicamentos. As mudanças no estilo de vida e os medicamentos irão trabalhar juntos para diminuir suas chances de ter um infarto ou um derrame.
É aconselhável que ocorra uma diminuição do consumo de gorduras saturadas na dieta para até 7% do valor calórico total. Assim, aconselha-se a restrição do consumo de gordura animal, e gorduras vegetais: polpa de coco e de alguns óleos vegetais, como coco e dendê.
Pessoas com colesterol elevado no sangue devem evitar alguns alimentos: carnes gordas, embutidos (salsicha, lingüiça, bacon e torresmo), vísceras (fígado, rim, miolo e miúdos), pele de aves, frutos do mar (camarão, lula, ostra, lagosta, polvo e marisco), gema de ovo, frios, leite integral e derivados, biscoitos amanteigados, folhados, sorvetes cremosos e chantilly. As novas recomendações de colesterol priorizam que devem contribuir em < 200 mg/dia das calorias totais na dieta diária.
A substituição dos ácidos graxos saturados por ácidos graxos poliinsaturados reduz o colesterol total e o colesterol LDL sanguíneo. As novas recomendações indicam que os ácidos graxos poliinsaturados devem participar em até 10% das calorias totais diárias. Existem dois tipos de ácidos graxos poliinsaturados, os representados pelas séries ômega-3 (a-linolênico, eicosapentaenóico-EPA e docosahexaenóico-DHA) e ômega-6 (linoléico e araquidônico). Os ácidos graxos ômega-3 são encontrados em peixes de águas profundas e frias. As fontes de ácido a-linolênico são os tecidos verdes das plantas, do óleo de canola e de soja. Os óleos de peixe ricos em ácidos eicosapentaenóico e docosahexaenóico também reduzem os triglicérides.
Os ácidos graxos monoinsaturados devem participar em até 20% das calorias totais por dia. Os alimentos que apresentam maior conteúdo de ácido oléico são o óleo de oliva (65 - 80%), óleo de canola (65 - 70%) e o abacate (45 - 50%).
O aumento da ingestão de fibras na dieta é igualmente importante. Para uma dieta saudável recomenda-se a ingestão de 20 a 30 gramas de fibras. Com a ingestão de uma xícara de cereais, e meia de feijão, uma pêra e uma maçã de tamanho médio por dia, obtêm-se 30 gramas de fibras.
A atividade física regular é importante para auxiliar na perda de peso e manter um estilo de vida mais saudável, diminui o risco de doença cardíaca, ajuda a controlar a pressão sangüínea e o diabetes, pode promover uma sensação de bem-estar e diminuir as tensões (estresse) do dia a dia. 
É importante que metas realísticas sejam traçadas, e que as atividades escolhidas sejam prazerosas. Deve-se iniciar os programas de exercícios lentamente; a duração da atividade deve ser aumentada gradualmente. Deve-se também fazer uma avaliação pré-exercícios para estabelecer as atividades que sejam seguras e adequadas.
É bom lembrar que, especialmente nos idosos, a atividade física que traz mais benefícios é a aeróbica de carga baixa a moderada, como as caminhadas, a natação, para aqueles que possuem uma boa técnica de nado ou hidroginástica. O ideal é que possa realizar sessões de aproximadamente 45 minutos, o que pressupõe um metabolismo quase exclusivamente aeróbico. Igualmente importante é estabelecer um ritmo, com dias de exercício e dias de descanso, seguindo um regime adequado para intercalar os mesmos durante a semana.
Quando não se consegue atingir as metas lipídicas com as medidas de mudança no estilo de vida, está indicado o tratamento medicamentoso. Dentre os medicamentos mais utilizados estão as estatinas, as resinas de troca, os fibratos, o ácido nicotínico e os inibidores seletivos da absorção do colesterol.
Depois de iniciado o tratamento, seu médico poderá medir seu perfil lipídico várias vezes no ano para determinar a resposta ao tratamento. Novamente, é importante o jejum de 9 a 12 horas antes desse exame de sangue. Baseado nos resultados do perfil lipídico, seu médico poderá pedir que você melhore sua dieta, aumente os exercícios, ou mude de medicação.
As medidas do nível de colesterol irão fornecer para você e para seu médico os dados necessários para avaliar o risco de doença cardiovascular e para prevenir, o tanto quanto for possível, um evento cardiovascular como um infarto ou derrame.

Uma dieta saudável e a prática de exercícios físicos regulares são fundamentais para o controle do nível de colesterol. E quando não se consegue atingir as metas lipídicas, o uso de medicamentos estará indicado para o tratamento
Tratamento na MTC
Agulhamento no F3 bilateral.
Escarificação com ventosa na região dorsal na zona reflexa do Baço