sábado, 12 de setembro de 2015

Momento Saúde... Depressão / Como tratamos.

DEPRESSÃO


A depressão é uma doença extremamente comum, mas, infelizmente, dois terços dos pacientes afetados não são tratados adequadamente pois não têm a doença diagnosticada ou não conseguem ajuda médica. Os sintomas incluem distúrbios do sono, insatisfação com as atividades diárias, desânimo, dificuldade de concentração e muitos outros.
Todo mundo passa por períodos de desânimo. Os sentimentos de pesar e dor que acompanham estes períodos geralmente são necessários e transitórios, e podem até mesmo representar uma oportunidade de crescimento pessoal. Todavia, quando a depressão persiste e começa a prejudicar a vida diária, isto pode ser o indício de uma doença depressiva, e não somente um quadro passageiro de melancolia. A gravidade, a duração e a presença de outros sintomas são os fatores que distinguem a tristeza normal de um distúrbio depressivo.
A maioria das pessoas deprimidas não procura auxílio médico. Nos idosos, devido à relação complexa entre depressão, medicações e doenças graves, é especialmente importante não deixar de detectar este distúrbio. Ao contrário do que acontecia no passado, hoje a depressão é reconhecida como uma doença.
Existem 5 tipos principais de Depressão: Depressão Maior, Depressão Crônica Leve (ou Distimia), Depressão Atípica, Distúrbio Afetivo Sasonal, Tensão Pré-menstrual e Pesar.
Depressão Maior
Os pacientes com este tipo de depressão apresentam pelo menos 5 dos sintomas listados a seguir, por um período não inferior a duas semanas:
1. Desânimo na maioria dos dias e na maior parte do dia (em adolescentes e crianças há um predomínio da irritabilidade).
2. Falta de prazer nas atividades diárias.
3. Perda do apetite e/ou diminuição do peso.
4. Distúrbios do sono – desde insônia até sono excessivo – quase todo dia.
5. Sensação de agitação ou languidez intensa
6. Fadiga constante
7. Sentimento de culpa constante
8. Dificuldade de concentração
9. Idéias recorrentes de suicídio ou morte
Além destes critérios, devem ser observados outros pontos importantes: os sintomas citados anteriormente não devem estar associados a episódios maníacos (como na doença bipolar); devem comprometer atividades importantes (como o trabalho ou os relacionamentos pessoais); não devem ser causados por drogas, álcool ou qualquer outra substância; e devem ser diferenciados de sentimentos comuns de tristeza. Geralmente, os episódios de depressão duram cerca de vinte semanas.
Os sintomas da depressão nas crianças podem ser diferentes daqueles dos adultos, incluindo tristeza persistente, incapacidade de se divertir com suas atividades favoritas, irritabilidade acentuada, queixas freqüentes de problemas como dores de cabeça e cólicas abdominais, mau desempenho escolar, desânimo, concentração ruim ou alterações nos padrões de sono e de alimentação.
Depressão Crônica (Distimia)
A depressão crônica leve, ou Distimia, caracteriza-se por vários sintomas também presentes na Depressão Maior, mas eles são menos intensos e duram muito mais tempo – pelo menos 2 anos. Os sintomas são descritos como uma "leve tristeza" que se estende na maioria das atividades
Em geral, não se observa distúrbios no apetite ou no desejo sexual, mania, agitação ou comportamento sendentário. Pensamentos suicidas não são comuns. Talvez devido à duração dos sintomas, os pacientes com depressão crônica não apresentam grandes alterações no humor ou nas atividades diárias, apesar de se sentirem mais desanimados e pessimistas. Os pacientes crônicos podem sofrer episódios de Depressão Maior (estes casos são conhecidos como depressão dupla).
Depressão Atípica
As pessoas com esta variedade geralmente comem demais, dormem muito, sentem-se muito enfadadas e apresentam um sentimento forte de rejeição.
Distúrbio Afetivo Sasonal (DAS)
Este distúrbio caracteriza-se por episódios anuais de depressão durante o outono ou o inverno, que podem desaparecer na primavera ou no verão – quando então tendem a apresentar uma fase maníaca.
Outros sintomas incluem fadiga, tendência a comer muito doce e dormir demais no inverno, mas uma minoria come menos do que o costume e sofre de insônia.
Tensão Pré-menstrual (TPM)
Há depressão acentuada, irritabilidade e tensão antes da menstruação. Afeta entre 3% e 8% das mulheres em idade fértil. O diagnóstico baseia-se na presença de pelo menos 5 dos sintomas descritos no tópico Depressão Maior na maioria dos ciclos menstruais, havendo uma piora dos sintomas cerca de uma semana antes da chegada do fluxo menstrual, melhorando logo após a passagem da menstruação.
Pesar
Os sintomas de Pesar e da depressão possuem muito em comum. Na verdade, pode ser difícil diferenciá-los. O Pesar, contudo, é considerado uma reposta emocional saudável e importante quando se lida com perdas. Normalmente é limitado.
Nas pessoas sem outros distúrbios emocionais, o sentimento de aflição dura entre três e seis meses. A pessoa passa por uma sucessão de emoções que incluem choque e negação, solidão, desespero, alienação social e raiva. O período de recuperação consome outros 3-6 meses. Após esse tempo, se o sentimento de pesar ainda é muito intenso, ele pode afetar a saúde da pessoa ou predispô-la ao desenvolvimento de uma depressão propriamente dita.
Fatores Psico-sociais
As pessoas que já experimentaram períodos de depressão relatam um acontecimento estressante como o fator precipitante da doença. A perda recente de uma pessoa amada é o fato mais citado, mas todas as grandes perdas (e mesmo as pequenas) causam um certo pesar.
Acontecimentos traumáticos, como a perda súbita de um ente querido, ou mesmo eventos naturais como enchentes, podem causar uma depressão imediata, sendo necessário um longo período de recuperação. A maioria das pessoas supera este estado sem se tornar cronicamente deprimida. Alguns fatores genéticos ou biológicos podem explicar a maior vulnerabilidade de certas pessoas. A existência ou a ausência de uma forte malha social ou familiar também influenciam – positiva ou negativamente – na recuperação.
Fatores Biológicos
Alterações nos níveis de neurotransmissores (principalmente serotonina, acetilcolina, dopamina, epinefrina e norepinefrina) relacionam-se à susceptibilidade para depressão. Alguns hormônios também podem ter um papel importante – ainda que isto não esteja muito claro. Ainda, atrofias em certas áreas do cérebro (particularmente no lobo pré-frontal) responsáveis pelo controle das emoções e produção de serotonina são responsáveis por distúrbios depressivos importantes.
Outras possíveis causas de depressão
Medicamentos como betabloqueadores, corticosteróides, anti-histamínicos, analgésicos e anti-parkinsonianos podem causar depressão, bem como a retirada de qualquer medicação utilizada no longo prazo.
Sim, existem. Qualquer pessoa que já passou por um episódio de Depressão Maior possui uma chance de 50% de apresentar outro episódio – podendo acumular 4 a 5 episódios por toda a vida. Algumas pessoas apresentam crises depressivas recorrentes separados por vários anos de sanidade mental. Outras passam por crises repetidas separadas por breves períodos normais. Infelizmente, cerca de 35% das pessoas apresentam uma depressão crônica que nunca desaparece, nem mesmo com o tratamento adequado.
O problema parece estar crescendo. Neste século, cada geração teve mais episódios de depressão que a anterior, e cada vez em idade mais tenra.
Mulheres
A correspondência de casos de depressão entre mulheres e homens é de 2:1. Não se sabe exatamente porquê isto ocorre – hereditariedade, desequilíbrios hormonais, maneira de lidar com as próprias emoções, maior facilidade em diagnosticar depressão em mulheres, pior situação sócio-econômica, abuso físico e sexual, etc.
Estima-se que uma em cada 4 mulheres apresentará um episódio de depressão ao longo de sua vida. A maioria das mulheres deprimidas encontra-se entre 25 e 40 anos, é casada e tem filhos para criar. A depressão é mais comum nos dois extremos sócio-econômicos e naquelas que fazem uso abusivo de medicamentos.
Crianças
Acontecimentos desagradáveis na escola ou em casa podem desencadear uma crise depressiva, esta, porém, quando dura mais de duas semanas, torna-se preocupante. Crianças deprimidas tornam-se irritadiças, cansadas ou ansiosas. Podem perder o interesse em suas atividades habituais, recusar a ir para a escola ou se auto-agredir (batendo a cabeça contra a parede, por exemplo). Até mesmo crianças de 5 ou 6 anos de idade podem tentar o suicídio.
Em geral, a depressão dura cerca de 7 meses, e as chances da criança vir a apresentar um novo período depressivo são grandes. A consulta médica é imprescindível para se confirmar o diagnóstico de depressão e, principalmente, excluir a possibilidade de outras doenças.
Algumas crianças e adolescentes podem necessitar de medicamentos antidepressivos, mas os remédios devem ser utilizados como parte de um tratamento que inclua acompanhamento psicoterápico. Entretanto, ainda existe muita controvérsia quanto ao uso de antidepressivos nesta faixa etária. Em geral, os antidepressivos tricíclicos são a primeira escolha, pois seus efeitos já são bastante conhecidos. A principal preocupação com seu uso é o risco de morte, principalmente decorrente de problemas cardíacos, que tem sido associada ao uso de desipramina (um tipo de tricíclico) em jovens hiperativos.
Adolescentes
Muitas pessoas experimentam sua primeira grande crise de depressão durante a adolescência, ainda que não o saibam. Comumente ocorre entre os 15 e 19 anos de idade e o suicídio é sempre uma preocupação nesse grupo. Pode manifestar-se como baixa auto-estima, consumo de drogas e/ou abuso de álcool, abandono da escola, problemas com a autoridade, comportamento anti-social, pessimista, supersensível, pouco cooperativo ou agressivo. Uma vez que estes padrões de atitude são, até certo ponto, considerados normais por nós em um adolescente, não é de se espantar que muitos casos de depressão neste grupo permaneçam não-diagnosticados e sem tratamento adequado.
Depressão em Adolescentes: sinais de alarme para o risco de suicídio
• Tentativas anteriores: jovens que tentam suicidar-se permanecem vulneráveis por vários anos, especialmente nos primeiros três meses após a tentativa.
• Antecedentes psiquiátricos: o risco é maior em pacientes que já foram internados para tratamento psiquiátrico.
• Insucesso pessoal: metas muito difíceis e críticas rígidas podem desencadear uma espiral descendente que terminará no suicídio.
• Perdas recentes: a morte de um ente querido ou de um amigo, divórcio, gravidez indesejada ou o fim de um namoro podem fazer com que o adolescente se sinta tão perdido que o suicídio lhe pareça como a única saída.
• Armas em casa: pode facilitar o suicídio de um adolescente problemático.
• Violência familiar: ensina aos jovens que a maneira mais fácil de resolver qualquer conflito é através da violência.
 Falta de comunicação: a incapacidade de discutir raiva e sentimentos desconfortáveis com a família podem levar ao suicídio.
• Abuso de drogas: alguns adolescentes fazem uso de drogas ou álcool para escapar da depressão, mas isto pode apenas aumentar o risco de suicídio.
Idosos
Este é outro grupo onde a depressão é mal interpretada. Estima-se que cerca de 20% das pessoas acima de 65 anos de idade apresentem distúrbios depressivos. Na verdade, a depressão é 4 vezes mais comum nesta faixa etária que na população em geral, e o risco de suicídio para pessoas com mais de 65 anos é 15 vezes maior.
A depressão não faz parte do envelhecimento, apesar de se acreditar justamente o contrário. Uma vez que esta doença causa dificuldade de concentração, indiferença, problemas de memória e desorientação, freqüentemente ela não é percebida, sendo confundida com senilidade. Cerca de 12% dos idosos com diagnóstico de demência na verdade estão deprimidos (associações entre demência e depressão também são possíveis).
Além disso, muitas das doenças que acometem os idosos podem se manifestar como depressão: doença de Parkinson, doença de Cushing, doenças da tireóide, doenças pulmonares, deficiências de vitaminas, câncer e derrame. Uma vez que o metabolismo diminui com a idade, geralmente os idosos necessitam de uma dose menor de antidepressivos para obter uma boa resposta.
A preocupação com o suicídio ou ameaça de suicídio, especialmente vinda de alguém sabidamente infeliz ou que tenha sofrido uma perda recente, deve ser considerada séria.
Estima-se que a depressão contribua para cerca de 50% de todos os suicídios e é uma causa importante de morte entre jovens. Na velhice, os homens respondem por cerca de 80% dos casos de suicídio – o maior risco encontra-se entre os divorciados ou viúvos.
A depressão exerce um efeito importante na piora de várias doenças e pode até mesmo predispor a pessoa a outros males. Estudos recentes indicam que a depressão pode influenciar aspectos do sistema imune, coagulação sanguínea, pressão arterial, vasos sanguíneos e ritmo cardíaco - em alguns casos, até mesmo prejudica a resposta aos medicamentos utilizados para controlar uma doença cardíaca. A saúde dos idosos deprimidos que são hospitalizados tende a piorar, e sua recuperação é mais lenta.
Existe uma forte associação entre depressão e aumento na incidência e na gravidade de derrames e ataques cardíacos. A depressão aumenta a autocrítica e diminui o desejo sexual, além de ter um efeito direto sobre o sistema nervoso, podendo acarretar problemas de ereção. Por outro lado, disfunções eréteis podem causar depressão, e as duas condições podem terminar perpetuando-se. A pessoa deprimida possui um maior risco de alcoolismo, tabagismo e abuso de outras drogas.
A despeito da eficácia do tratamento, mais de dois terços das pessoas com depressão não serão tratados. Mesmo nos EUA, pesquisas indicam que apenas 3% dos idosos com depressão estejam sendo adequadamente tratados. Imagine no Brasil...
Algumas vezes, o distúrbio é sério o suficiente para necessitar hospitalização, mas na maioria dos casos o tratamento pode ser realizado no consultório ou ambulatório. Psiquiatras são médicos e são os únicos que podem prescrever medicamentos, mas muitos Psicólogos possuem acordos com psiquiatras para medicar seus pacientes.
A confiança do paciente em seu médico ou psicólogo é o componente mais importante do tratamento. Não se sinta embaraçado em dizer ao seu analista que você não se sente à vontade com ele, e troque de profissional se não se sentir confiante.
A maioria dos adultos necessita de antidepressivos e psicoterapia – estes variam de caso para caso. Nos casos que não conseguem sucesso com esta abordagem, a terapia com eletrochoques pode ser uma boa opção. Existe muito preconceito com respeito a esta ferramenta terapêutica, mas pesquisas desenvolveram técnicas e medidas de segurança que tornaram os eletrochoques uma forma de tratamento bastante eficaz, desde que indicada apropriadamente. Os casos que não respondem ao tratamento eletroconvulsivo podem ser triados para cirurgia.
Crianças e adolescentes respondem melhor a psicoterapia que ao uso de remédios. Quando se necessita lançar mão de uma droga, os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS) são os mais indicados. Os medicamentos são mantidos inicialmente por 6 meses, quando se inicia a fase de manutenção, que pode durar um ano ou mais.

Em idosos, se dá preferência ao uso de ISRS, pois seus efeitos colaterais são menos intensos que aqueles dos tricíclicos. Contudo, devido aos benefícios ainda modestos destes medicamentos e o risco de queda, os especialistas recomendam psicoterapia para os casos leves e moderados. Idosos com depressão grave respondem melhor ao uso de antidepressivos tricíclicos – mas estes devem ser usados com cautela devido ao risco de doença cardíaca e outros efeitos indesejáveis.

TRATAMENTO NA ACUPUNTURA
- Acupuntura Sistêmica no ponto VC17 trabalhando os 09 nove Ciclos respeitando o lado dominante.
Na Auriculopuntura: Trabalhar os 07 pontos principais, depois, os Elementos acometidos.
Em média meus pacientes relatam resultado de melhora de 60% logo na primeira sessão.
Podemos estimular os pontos reflexos na região dorsal com a ventosaterapia e aplicação de moxibustão no R1 bilateral por 05 minutos.

Momento Saúde... Epicondilite Lateral / Tratamento

Epicondilite Lateral - EL

A epicondilite lateral, ou cotovelo de tenista, é um problema ortopédico comum, especialmente em homens entre 35-55 anos de idade. As controvérsias em torno da fisiopatologia e tratamento deste distúrbio existem desde a descrição do primeiro caso, em 1873. Ela ocorre em até 50% dos jogadores de tênis, mas a alteração não está restrita a este grupo, podendo resultar de inúmeros tipos de esforços repetitivos - especialmente aqueles relacionados a movimentos de extensão e/ou supinação do pulso.
Formas de tratamento:
Agulhamento quente fechando na área afetada.
Podemos usar ventosaterapia local ou aplicação de Moxibustão.
Para meus alunos da Técnica Kantan na Kensa, fechamos a patologia com os agulhamentos cercando o dragão ou garra do dragão.

Paralisia de Bell - Resumo e forma de Tratamento

Amigos e Colegas, a pedidos vou deixar um resumo bem sucinto sobre a Paralisia de Bell e uma dica de tratamento.
Vamos conhecer um pouquinho sobre a Patologia "Paralisia de Bel".
A paralisia de Bell provoca fraqueza súbita nos músculos faciais (similar a um micro derrame ou sequela de AVE), pode afetar metade do rosto, pareça caído ou inclinado ou uma área. Essa condição pode afetar qualquer pessoa de qualquer idade.
A causa exata da paralisia de Bell é desconhecida, mas acredita-se que seja o resultado de um inchaço ou inflamação do nervo que controla os músculos de um lado do rosto. Pode ser uma reação que ocorre depois de uma infecção viral.
Na grande maioria dos pacientes tal paralisia pode ser temporária, e os sintomas podem melhorar dentro de algumas semanas. Em geral a recuperação completa pode demorar em média 06 seis meses.
Raras vezes, mas com relato de alguns estudos, pacientes podem ter alguns sintomas dessa paralisia pelo resto da vida.
Tal paralisia afeta o sétimo nervo craniano. Temos um de cada lado. Estes nervos saem do cérebro e atravessam um pequeno túnel no crânio sob o ouvido.
Este Nervo se divide em muitos ramos que abastecem os pequenos músculos da face que você usa para sorrir, franzir a testa, etc. Ele também fornece os músculos que você usa para fechar suas pálpebras. Algumas ramificações do nervo facial também atuam nas sensações de gosto (sabor).
sua ocorrência tem uma forte ligação com infecções virais. Isso porque essas infecções podem fazer com que o nervo facial fique inchado e inflamado, interferindo no seu funcionamento. Os seguintes vírus são comumente associados à paralisia de Bell:
Herpes labial e herpes genital
Varicela e herpes-zóster
Mononucleose (Epstein-Barr)
Infecções por citomegalovírus
Doenças respiratórias por adenovírus
Rubéola
Papeira
Gripe (influenza B)
Síndrome mão-pé-boca.
O risco de desenvolver paralisia de Bell é maior em pessoas que tem diabetes, estão grávidas, tem alguma infecção renal ou uma predisposição genética ao problema.
Os sintomas envolvendo a paralisia da face são:
O rosto fica inclinado para um lado. Quando a pessoa sorri, apenas metade do rosto pode se mover
Mastigar alimentos no lado afetado pode ser um problema. Alimentos podem ficar presos entre a gengiva e bochecha
Bebidas e saliva podem escapar pela boca do lado afetado
Você pode não ser capaz de fechar um olho. Isso pode causar aumento na produção de lágrima ou então olho seco
Você pode não ser capaz de enrugar a testa, assobiar ou assoprar
Você pode ter alguma dificuldade com a fala.
Outros sintomas da paralisia de Bell incluem:
Perda da capacidade de sentir o sabor dos alimentos
Dor na ou atrás da orelha
Dormência no lado afetado do rosto
Aumento da sensibilidade ao som
Dor de cabeça.
Doenças que podem ser confundidas com paralisia de Bell
A paralisia de Bell é uma causa comum de uma paralisia facial. Menos comumente, paralisia facial é causada por outras condições que danificam ou afetam o nervo facial. Por exemplo: um traumatismo craniano, sarcoidose, doença de Lyme, tumores na orelha, tumores na glândula parótida e tumores no cérebro. Além disso, algumas pessoas que sofrem AVC podem desenvolver fraqueza facial.
No entanto, essas condições geralmente estão associadas com outros sintomas. Isso ajuda a diferenciar os diagnósticos. Alguns desses sintomas são:
Em casos de AVC, outros músculos além dos faciais provavelmente são afetados, como braço ou perna
Em casos de tumor, os sintomas geralmente se desenvolvem lentamente (ao longo de semanas ou meses), enquanto a paralisia de Bell é súbita, geralmente “da noite para o dia”
Condições tais como a sarcoidose e doença de Lyme tendem a causar outros sintomas além de paralisias nervosas
Em particular, a paralisia de Bell é incomum em crianças menores de 10 anos de idade. Outras condições devem ser cuidadosamente descartadas em crianças que desenvolvem fraqueza facial.
O que podemos fazer para auxiliar no tratamento dessa patologia?
- Agulhamento quente para uma melhor irrigação da área afetada;
- Agulhamento específico para estimular os músculos afetados;
- Aplicação de moxibustão na região posterior do ouvido;
- Escarificação com ventosa na região da Primeira Torácica.
- Shiatsu Facial focando a região Auricular, bem como esternocleidomastoideo.
- Auriculopuntura focando o Elemento Madeira e/ou Metal água.
Para os Colegas, já atendi paciente com esta patologia e em 5 sessões houve melhora significativa dos movimentos e tônus muscular facial.
Me utilizei da minha técnica de Acupuntura Sistêmica Kantan na Kensa.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Mais um depoimento referente ao tratamento utilizando a técnica Kantan na Kensa!



HOJE VOU DEIXAR,O DEPOIMENTO DA MINHA VIZINHA ,DALVA,..QUE FOI ATENDIDA, DIA 14/8. PELO Dr e Prof Walter Rodrigues Lara Filho .E COMO ELA, NÃO TEM FACEBOOK..ME PEDIU PARA POSTAR.O SEU AGRADECIMENTO .QUE NO MESMO,DIA..SE SENTIU BEM MELHOR,E JÁ NÃO SENTE MAIS A DOR NO OMBRO QUE NÃO A DEIXAVA,ERGUER O BRAÇO..E JÁ SE PREPARA PARA O SEGUNDO ATENDIMENTO...OBRIGADA Dr..

Por que criei uma técnica diferenciada de Acupuntura Estética Facial e Corporal?!

Amigos, sim... tenho apostila e fiz o curso de Acupuntura Estética Facial e Corporal na Técnica da MTC, onde trabalhamos pontos dentro dos meridianos com estímulos dos músculos Agonistas e Antagonistas, mas uma questão me deixou a desejar quando questionei meu professor sobre, os pontos que estimulamos e desestimulamos, quero dizer, tonificamos ou sedamos. Observando os tratamentos, em todos os pontos geramos as mesmas funções, estimulando ou sedando, mas um detalhe que não observaram é que nessa técnica de tratamento, digo, na metodologia da MTC, ficamos com as mão atadas quando queremos fazer um tratamento total, devido a essa ambiguidade de estimular tonificando e sedando os mesmos pontos em determinados protocolos.
Por conta disso, criei minha técnica onde consigo os mesmos resultados e em alguns casos resultados acima do esperado ao qual, pude repassar para alguns alunos. Detalhe, resultados acima do esperado em comparação com a da Técnica da MTC.
Em breve teremos um depoimento de uma de minhas pacientes que, não acreditou no resultado... comentou: Acima da expectativa!
Só tenho que agradecer a oportunidade de transformar e aperfeiçoar as técnicas que aprendi, além de aplicá-las!

Recadinho aos Colegas ACUPUNTURISTAS!

Colegas e Amigos, novamente vou esclarecer algumas dúvidas referente ao questionamento da população no que diz respeito ao que tratamos com a Acupuntura, ou melhor, O que a Acupuntura trata ou auxilia?
Pois bem, para os mais desavisados, tratamos e auxiliamos tudo o que possa afetar o corpo na questão de patologias físicas, psíquicas e psicofísicas.
Devemos esclarecer à todos que "quando utilizamos as técnicas da Acupuntura, Sistêmica ou Auricular", geramos uma resposta Neurológica, independentemente da energia dos meridianos ou fora deles.
Se estimulamos o cérebro, então, podemos auxiliar em todos os tipos de patologias que possam acometer o organismo.
Para aquelas pessoas que ainda não conseguem compreender isso, é simples, explique que o corpo possuí conexões nervosas e quando estimulamos um local ou uma área iniciamos uma resposta imediata de anticorpos.
Explique também, que não conseguimos gerar Morte através da acupuntura. Não conseguimos perfurar órgãos ou vísceras e muito menos aleijar um paciente. Vale lembrar que os relatos de fatalidades dentro da Acupuntura ocorreram devido a imprudência de médicos quando pesquisavam os efeitos da acupuntura, isso na década de 30.
Literalmente se coloque à disposição para ministrar uma palestra para desmistificar alguns Mitos.
Saiba que muitos Brasileiros desconhecem o que realmente é, e o que tratamos. Informe quão demorada pode ser uma sessão de acupuntura dependendo da patologia e dos pontos selecionados.
Só assim, vamos levar e elevar o conhecimento desta arte de curar e auxiliar no tratamento de Todas as patologias.
Se Você meu colega, mesmo sendo recém-formado que tem medos ou receio do que pode tratar ou auxiliar, saiba que, ter medos é algo natural, mas nunca deixe de atender a um socorro. Se não conheces uma patologia, peça informações, colhe material e estude.
Ontem ao ouvir sobre a PARALISIA DE BELL, enquanto falavam já vislumbrava a forma de tratamento, que, no meu ponto de vista não é complicado.
Estude sempre, se dê o direito de questionar, mas nunca de deixar de tratar!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Ansiedade e Síndrome Nervosa - Matéria enviada para a Revista Momento Único Edição de Agosto.

Aos Colegas e Amigos estou postando e disponibilizando o link da revista online 'Momento Único", publicação de Agosto, onde tive o prazer de enviar uma pequena matéria sobre "Ansiedade e Síndrome Nervosa" páginas 74 e 75.
Obrigado pelo carinho!

http://www.revistamomentounico.tv.br/rev13/rev-15/#/74